Outubro 7, 2009 - Deixe seu recado!

precisei hoje daquilo

que há pouco me mostraras

é da vida que eu te digo

não.

q

Outubro 3, 2009 - Deixe seu recado!

oh no.. oh no… oh yes….

lol

warhol -q

a stranger fact.

Outubro 3, 2009 - Deixe seu recado!

hoje eu vi

um rosto igual ao meu.

não vi se me viu

mas, resplandesceu.

era o seu.

Mais uma sobre amor…

Fevereiro 5, 2009 - Deixe seu recado!

Muitos poetas tentam definir o que é o amor. Não caberá a eu fazer tal julgamento, visto que meu grau percepção sobre o assunto não está em par com os ideais destes poetas. Se formos capazes de oferecer nosso sentimento a uma pessoa, queremos que esse sentimento, na volta, seja de mesma intensidade. E se não fora? Supõe-se que não amamos verdadeiramente? Creio que, misto ao amor, temos que, obrigatoriamente, rendermos ao costume. Um amor não sobrevive sozinho, amargurado. Este vira paixão, ou obsessão.

Um amor não correspondido não vem ao caso, pois, você pode ficar alimentando seu sentimento, imaginando como seria amar a pessoa desejada criando, então, um perfil para a sua amada dando-a sentimentos, ações, uma vida. Logo, um amor não-correspondido, de fato, jamais seria não correspondido inteiramente: ele só não é correspondido da maneira que desejamos, porém, o fazemos em tanta intensidade que criamos uma válvula de escape em nossa mente para que não seja tão doloroso quanto o imaginado.

Porém, o mérito que gostaria de entrar, seria mediante ao fato de você amar alguém incondicionalmente, não ser capaz de imaginar a vida sem a amada, porém, mesmo assim, precisar de algo mais? Não é que isso seja falta de amor, incapacidade do próximo ou que o amor esteja flagelado. Sem dúvida, algumas pessoas precisam, enormemente, de carinho e atenção, sendo assim, insolúveis a apenas um amor. É, sim, errado o ato da traição e não é isto que deve ser defendido. Traição, como o peso da palavra já nos traduz, remete à mentira, enganação. Estar com alguém que ame e mentir para a mesma seria, de fato, uma prova de um não-amor. Estamos falando de cumplicidade.

A sociedade nos prepara para uma vida obrigatória de matrimônio, logo, aquele que não o faz, é olhado com demasia estranheza. Visto isso, concluímos que vivemos em uma sociedade costumeira, folclórica demais. Não vemos casais cúmplices jurando o amor eterno e, mesmo assim, possuírem casos “extraconjugais”. O peso da palavra, novamente, nos remete à erro. Que a cumplicidade seja tamanha para propor que ambos sejam felizes, para que possam tornar, ainda melhor, a relação entre os amantes. Amar não é troca, como tudo no universo. É mudar.

Pois bem, em cristalização a idéia de que nunca seremos completamente felizes. A cultura, por mais bela que seja em sua essência, ainda não fecha seu papel para uma alegoria individual, e sim, para o crescimento, muitas vezes até étnico, de uma região em geral.

Dezembro 6, 2008 - Deixe seu recado!

98t/48/huty/12964/04

Don’t worry about a thing. Every little thing’s gonna be alright!

A Lua

Setembro 19, 2008 - Deixe seu recado!

De tempos para cá, e não precisei, de fato, buscar, mas trouxe, para a minha vida, uma razão para uma conseqüência. Esta última, criada pelo ímpeto pulsar de partida de meu coração. Partida? Deveras. Mas, talvez, ainda não. Digo que hoje sim, seja. Mas que, hoje, há uma dualidade: há! E que fardo é ao homem, tendo feito a escolha das Escolhas. Escolher uma coisa entre duas pode ser mais fácil do que escolher o direito de ter razão para escolher.

Suas labaredas deram um novo arder ao sistema vital. As imparticularidades ditaram o que a antiga floresta era. Trouxe a sabedoria do homem que o ouro, talvez, fosse prata. Na maioria das florestas, você entra as cegas e cega-se com a beleza dela. Mas quando a exploração passa-se para um campo de linhas verticais e de puríssima simetria, o sistema natural indica que pode ter acontecido uma falha. Talvez não deva ser considerado uma falha, porém, algo que aconteceu para que outra coisa fosse possível acontecer. Como o Sol, como a Lua…

MP³: Mariano San Roman – Someone to Trust

A melhor carta do baralho.

Julho 30, 2008 - Uma resposta

Eis uma idéia na qual sempre tive a presunção de me adiantar perante algum meio de divulgação pública. É certo que, provavelmente, eu não seja o idealizador desta mesma, porém, creio que caberá a mim fazer o papel de precursor desta tal. Pelo menos agora, nesse momento, nesse texto. Os homens são tolos o bastante para crer que um herói sempre será herói. E se, morto, é uma praga do destino e idealizam, eternamente, como poderiam estar suas vidas agora se tal herói fosse vivo, ou presente. Aqui há uma boa notícia para vocês: “Heróis” nasceram para morrer. Quando falo disso, sempre penso em uma pessoa, particularmente. Raul Seixas. Ao ouvir suas canções, eu e a maioria de seus fãs, deliram-se. Acham que este homem possuía o dom da repercussão ideal de sua fala e que esta mesma seria a salvação para algumas idéias mortas. “Faça o que tu queres, há de ser tudo da lei”, “Viva a Sociedade Alternativa!”, “O mel é doce é coisa de que me nego à afirmar, mas que parece doce, eu afirmo plenamente”, “Deus é aquilo que me falta para compreender o que eu não compreendo” (embora o primeiro exemplo seja apenas repercutido pela voz de Raul, procriada no ventre de Aleister Crowley). Vida maldita a de um herói. Vida curta. Curta e eterna. São pessoas especias, estas, escolhidas para fazer um trabalho específico e imortal. As outras pessoas, é a platéia. Meros aplaudidores. Não cheguemos a ignorância de descartar sua importância: uma idéia não se torna importane se não haver um meio dela se propagar. Como uma doença. Nunca existiria, se não houvesse alguém para contraí-la. Músicos, filósofos e operários se juntam, em uníssono, para formar mais uma classe dominante: Os Moralistas. Uma pessoa se torna importante por ter como a morte, precursora de suas idéias. Raul Seixas nunca chegaria onde chegou se não fosse a sua morte. Getúlio Vargas, saiu da vida para entrar na história. Ora, quantos outros! A morte, a amiga dos heróis… a verdadeira heroína… não é brilhante? Os espectadores lamentam A Morte dos heróis, porém, se não fosse por ela talvez esses se tornariam vilões ou viveriam o bastante para tornar, de suas idéias, uma grande hipocrisia. Uma idéia caduca. Charles Manson, o exemplo de um herói que viveu o bastante para se tornar um vilão. Idealizou uma sociedade igual, aderiu a paz, harmonia e a união, mesmo que anárquica, mas uma união. Viveu o bastante para cair em loucura e matar quem fosse contrário as suas idéias. Hoje, jaz numa gaiola. O que seria de Gandhi? Será que não poderia, hoje, estar cheirando, ou cortando prostitutas, pessoas de quem ninguém sente falta?

Todos nascemos heróis. A morte não é má. Ela preserva aquilo que está em seu caráter, antes que você mesmo a destrua. O homem corrompe o meio ou o meio corrompe o homem? Eu sou a melhor carta do baralho. E rio disso.

Uma Outra Globalização

Julho 22, 2008 - Uma resposta
Milton Santos

Milton Santos

A concentração de terras no país decorre de um distante espaço temporal. Desde que as embarcações portuguesas aportaram em terras “brasileiras”, o domnínio do mais poderoso sob o menos favorecido é notado com clareza em nossa nação. A exploração do colono contra o índio, a posse de suas terras e cultura, sua liberdade. Logo depois, vieram os escravos africanos. É fato que, estes, eram arrancados a força de seus lares e vendidos em outro continente. Formando uma história violenta de árduo trabalho nas terras ditas brasileiras, constituindo família e história no mesmo terreno de seu sustendo, no qual, nunca obtiveram 1/4 do merecido. Após a proibição do trabalho escravo, chegou a vez dos colonos. Imigrantes como italianos e alemãoes, vieram como o vento para esta erra, agora, dita promissora para o trabalho. “Todas as terras eram do governo até que você possa pagar por elas”, dizia a Lei de Terra. O QUe inviabilizou a dinâmica espacial e econômica do Brasil. Em contra-partida, a recém nascida nação do norte americano inaugurava uma política que concedia a terra a quem achasse, com a condição de produzir-se algo na mesma. “Fair”. Hoje vemos como necessitamos da Reforma Agrária. O nosso mercado vira as costas para o mercado interno, visando o lucro, deixando de alimentar a fome de seus compatriotas. O furo já foi feito há algum tempo. O que falta é a costura. E o costureiro.

Nota: muito embora seja usado a termologia de “Brasil”, antes da data da Proclamação da Independência, isso não passa de um grande equívoco. O país só veio a ter esta identidade nacional após o citado fato. Pois, esta é usada no texto apenas com o carater de identificação textual.

MP³: Bacilos – Sangre Americana 

Hello world!

Maio 13, 2008 - Uma resposta

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